domingo, 24 de abril de 2016

Rejunte Epoxi X Rejunte Acrílico

Rejunte epóxi e acrílico

Rejunte epóxi e acrílico

 Acompanhe a reforma:

Cuidados na hora de rejuntar são essenciais

Faça testes: se você ainda tem dúvidas, em relação ao acabamento e a cor, peça para o azulejista fazer um teste em partes do piso ou da parede que fiquem escondidos.

Existem vários tipos de rejunte para pisos e azulejos. Inclusive, existem argamassas que já assentam e rejuntam. Mas, todo mundo sempre pergunta e acaba comparando o Rejunte epóxi e acrílico. E o que muitos não sabem, é que eles tem várias coisas em comum.

Rejunte acrílico

É um rejunte que possui como base, a resina acrílica. Ele já vem pronto para uso, e seca em 12 horas.

Principais características:

  • Flexível e impermeável;

  • Pronto para uso, basta abrir a embalagem e aplicar;

  • Possui acabamento liso;

  • Não desbota;

  • Fácil aplicação e limpeza;

  • Resistência à formação de fungos;

  • Secagem em 12 horas.

Rendimento:

O rendimento depende do tamanho do revestimento e do espaço da junta. Usando como exemplo um revestimento de 50x50cm com 3mm de junta, será necessário 0,14kg/m².

Custo:
O custo aproximado é de R$25,90 (C&C) para o pote de 1kg.

Rejunte epóxi

É um rejunte bicomponente (resina e endurecedor), à base de resina epóxi. Não vem pronto para uso, o produto deve ser preparado e utilizado imediatamente, porque seca com rapidez.

Principais características:

  • Impermeável;

  • Possui ótimo acabamento liso, com um efeito plastificado;

  • Não retém a sujeira, sendo de fácil limpeza;

  • Não desbota;

  • Alta resistência à ataques químicos;

  • Evita a formação de manchas de mofo e bolor;

  • Aplicação difícil, devido à rápida secagem (uma vez endurecido, a remoção é quase impossível).

Rendimento:

O rendimento depende do tamanho do revestimento, da espessura e do espaço da junta. Usando como exemplo um revestimento de 60x60cm, com 10mm de espessura e 3mm de junta, o gasto estimado é de 0,21kg/m². Isso sem considerar nenhuma perda durante a aplicação.

Custo:
O custo aproximado é de R$49,90 (C&C) para a caixa com 1,5kg.

Como vocês leram acima, os dois produtos possuem praticamente o mesmo efeito. A principal diferença fica por conta do acabamento e da resistência superior no caso do epóxi. O custo do epóxi também é mais elevado, podendo chegar a 4 vezes mais que o acrílico, e a dificuldade para a aplicação também deve ser levada em conta.

A aplicação deve ser feita com capricho, de forma ágil e mesmo assim, ainda podem ficar manchas quase impossíveis de sair, porque a resina epóxi pode manchar pedras brancas ou porosas. E por estes motivos, os azulejistas não querem se responsabilizar .

Além disso, o custo do epóxi é maior, e a chance de danificar o meu porcelanato e o azulejo que também não foram baratos, somando também a mão de obra da aplicação, foi outro ponto que pesou para a decisão pelo acrílico.

Então, eu deixo algumas dicas básicas, para que você diminua os riscos de uma aplicação mal sucedida.

Nunca de este tipo de trabalho a um azulejista qualquer : existe uma grande chance de que ele não saiba manusear o produto, e possa fazer lambança. Procure mão de obra qualificada, com indicações.

Pesquise as melhores marcas: já que você vai investir em um produto mais caro, procure um de qualidade superior. Existem também, marcas com acessórios de aplicação, ou que simplesmente possuem maior facilidade para misturar, e aplicar o produto. Ou até armazenar o que sobrar.

Procure fotos do resultado final: você pode pedir que o teu azulejista te mostre fotos de trabalhos anteriores, ou pesquisar na internet, para saber se realmente é este tipo de acabamento que você quer. Lembre-se que por mais limpa que seja a aplicação, o produto pode manchar o revestimento.

nto para as outras fases da reforma que você julgue importante, sempre acompanhe o andamento e converse com o azulejista para que ele faça do jeito que você quer. É a velha história: “Não adianta chorar pelo leite derramado.

Não perca tempo e dinheiro contate o Bom Azulejista para fazer seu Rejunte epóxi e acrílico


Aplicação Rejunte Epoxi com Maçarico e Bisnaga


Tirando rejunte epoxi com maçarico



Aplicação de Rejunte Epoxi com Bisnaga

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Dicas de Aplicação e Mistura de Rejunte Epoxi


DICAS SOBRE O TEMIDO EPÓXI !!!!!!!!

Removendo o rejunte sujo do piso

REMOVENDO O REJUNTE SUJO DO PISO

Olá meninas! Está tudo bem por aí? Se alguma de vocês estiver passando por algum problema, não se esqueça
que Deus está no controle de tudo!!!
Hoje eu quero mostrar a vocês, como remover os rejuntes que ficaram velho e sujo no piso. Aqui na minha
casa eles estavam a muito tempo me deixando triste. Por várias vezes eu passava o dia esfregando eles com
escova, sabão e água sanitária, e de nada adiantava. Sempre depois da faxina, eu olhava para o chão e
parecia que a casa continuava suja. Mas estes rejuntes, mesmo que você obedeça todas as regras, com o
tempo eles vão encardindo mesmo... Quando construímos a casa, nós não sabíamos que era preciso
esperar o tempo de cura da argamassa da colocação do piso, para depois então fazer o rejuntamento.
Porque, se rejuntar logo em seguida, e a cor escolhida for uma cor clara, ele vai puxar a cor da argamassa
e encardir. Mas infelizmente na vida, muita coisa a gente só aprende depois que erra...
E nos dias em que o Lucas, primo de meu marido, trabalhou aqui em casa, eu estava me queixando com ele, e
ele nos deu todas as dicas. 

Primeiro eu vou mostrar a vocês como estava feio, parecia um piso muito velho. Estes rejuntes, quando
colocamos era bege claro. Olha como ficou com o passar do tempo.




Agora eu já sei que existem dois tipos de ferramentas para retirar o danado do rejunte.

 A elétrica.

E a manual, que veio com duas laminas. Nós usamos esta, e deu para fazer a casa toda.

Para retirar o rejunte, é preciso passar a ferramenta manual na junta do piso em movimento de vai e vem, usando luvas grossas para não machucar as mãos.

O meu marido estava sem as luvas na foto, mas ele usou.


Meninas, fiquem sabendo que isto faz muita poeira, pois o rejunte vira novamente um pó.


O meu aspirador não deu conta de retirar este pó fino, ele devolvia tudo por trás,
espalhando todo pó no ar. Mas eu acredito que possa ter outros que consigam.
Tem que retirar todo pó das juntas do piso e nós fizemos isto com a vassoura de pelos,
e depois limpamos com pano úmido. Deu um trabalhão.



Na foto abaixo, o piso já está sem o rejunte, completamente limpo e seco, pronto para 
a aplicação do rejunte novo.

Nós tínhamos dois tipos de rejunte para escolher: O epóxi; e o comum, em pó á base de cimento.
Utilizamos o rejunte em pó, porque caso fique encardido já sabemos que pode ser removido. Já o epóxi é um absurdo de caro, e se for preciso removê-lo, só sai com a máquina elétrica. Eu não passei por esta experiência, mas li em alguns sites que nem com a máquina elétrica ele sai direito, pois tem a mesma resistência do Durepoxi. É preciso seguir muitas regras para se conseguir uma aplicação perfeita com o epóxi e ficamos inseguros.
 Hoje em dia existem vários tipos de rejuntes. Veja aqui.


Depois que aguardamos duas semanas para o rejunte secar, eu apliquei o Selante Adimax Gold, com um pincel fino. Este produto é um impermeabilizante para rejuntamento. Ele preenche os poros, diminui a absorção das sujeiras e a formação de manchas, sela e protege o rejunte. Um litro deu para usar na casa toda e ainda sobrou a metade.







Esta foto é da soleira da porta, o lado esquerdo ainda com o rejunte sujo. E o lado direito é o corredor, com o rejunte novo. Olha a diferença...Tô bege, rsrsrsrs.


Agora já está tudo limpo e com o rejunte novinho. O piso parece até que foi trocado, de tão limpinho que ficou. EU ADOREI, VALEU A PENA O SACRIFÍCIO. Estamos pensando em talvez trocar o rejunte do banheiro para o Epóxi, pois dizem que ele não fica com mofo. Vamos testar.
Espero ter ajudado alguém com estas dicas.

Tipos de Rejuntes

Uso de argamassa para rejunte exige conhecimento

Mercado disponibiliza diferentes tipos de produtos, mas cabe ao profissional avaliar as alternativas para obter o melhor resultado

Argamassa para Rejunte
Mais conhecidas e empregadas, as argamassas para rejuntamento à base de cimento são constituídas por cimento portland (geralmente branco), agregados minerais, polímeros, pigmentos inorgânicos e outros aditivos. Entretanto, existem ainda as argamassas com base epóxi, produto bicomponente composto por resina epóxi e endurecedor com cargas minerais. “Infelizmente, as argamassas com base epóxi ainda não são normalizadas no Brasil, enquanto as de cimento seguem as diretrizes da ABNT NBR 14992:2003 - Argamassa à base de cimento portland para rejuntamento de placas cerâmicas - Requisitos e métodos de ensaio”, ressalta a engenheira Helena Carasek, professora da Universidade Federal de Goiás.
A profissional também explica que na categoria dos produtos à base de cimento aparecem no mercado várias denominações como flexível, para porcelanato, para piscinas e para assentamento e rejuntamento simultâneos. “Existem ainda outros materiais especiais como os rejuntes de base acrílica, os produtos já prontos e as argamassas de rejuntamento para renovação. Todas estas denominações ainda não são especificadas por normas técnicas”, destaca.

ESPECIFICAÇÃO

Infelizmente, as argamassas com base epóxi ainda não são normalizadas no Brasil, enquanto as de cimento seguem as diretrizes da ABNT NBR 14992:2003 - Argamassa à base de cimento portland para rejuntamento de placas cerâmicas - Requisitos e métodos de ensaio
Aplicáveis em quase todas as situações, as argamassas à base de cimento são classificadas pela ABNT NBR 14992 em Tipo I (AR I) e Tipo II (AR II). “A argamassa do tipo AR I é para uso em ambientes internos e externos, com aplicação restrita a locais de trânsito não intenso de pedestres e em placas cerâmicas com absorção de água acima de 3%. No caso de revestimentos externos com AR I, não se pode exceder 20 m2 no piso e 18 m2 em paredes, limite a partir do qual é exigido o uso das juntas de movimentação. Já a argamassa do Tipo II, superior nas suas propriedades, também é recomendada para ambientes internos e externos, mas com trânsito intenso de pedestres e em placas com absorção de água baixa (inferior a 3%)”, detalha a professora.
Já o rejunte de base epóxi é mais caro e deve ser aplicado principalmente para preencher as juntas de placas cerâmicas em locais com necessidade de elevadas resistências química e mecânica. “Esse rejunte tem textura extralisa e impermeável, não permitindo a aderência de sujeiras. Por esta razão é mais resistente a manchas. Este produto também tem alta resistência à formação de fungos e, por isso, é altamente indicado para áreas com necessidade de assepsia total ou com presença de agentes químicos. Atualmente, devido a uma ‘moda’, esta alternativa é empregada também para as mesmas aplicações que os rejuntes de base cimento, apresentando um desempenho superior, porém com as desvantagens do alto custo e da dificuldade de aplicação”, diz Helena.
Em áreas molhadas, como no caso do boxe de chuveiro, deve ser feita a impermeabilização antes da aplicação das placas cerâmicas para garantir a total estanqueidade da parede. “As peças bem rejuntadas propiciam boa estanqueidade para as paredes, mesmo com a aplicação de uma solução porosa, ou seja, de base cimentícia. Nesse caso, é importante também que o serviço seja bem executado para não surgirem frestas mal preenchidas por onde a água passará”, recomenda a engenheira, afirmando que para bem especificar este material, além do conhecimento sobre os tipos de argamassa, o profissional tem de ter atenção à espessura das juntas, que devem ser definidas em função do tipo de placa cerâmica e também do modelo de rejunte que será empregado.

APLICAÇÃO

O dimensionamento da junta de movimentação envolve determinar o seu posicionamento (local mais adequado), largura, profundidade e o seu material de preenchimento. A largura e quantidade (espaçamento) dessas juntas dependem das condições de exposição dos revestimentos cerâmicos na fachada, da movimentação da estrutura (base do revestimento) e vários outros aspectos
A aplicação do rejunte à base de cimento só deve ser iniciada, no mínimo, três dias após a colocação das placas cerâmicas. Momentos antes é preciso umedecer as juntas onde a solução será aplicada, principalmente no caso de ambientes expostos ao sol ou em regiões com clima muito quente e seco. Outra recomendação é manter as juntas limpas e desobstruídas. “Após misturar bem, o produto deve ser pressionado sobre as juntas de forma a garantir o perfeito preenchimento. Para tanto, podem ser usadas espátulas de plástico flexível, rodos de borracha, desempenadeiras especiais e até mesmo o chinelo do tipo ‘Havaianas’ – estas sandálias têm uma borracha flexível que permite uma aplicação adequada do rejunte no interior das juntas”, sugere Helena.
Após a aplicação e a retirada do excesso de argamassa é preciso frisar o rejunte com uma ferramenta de madeira com ponta arredondada, garantindo a total penetração do produto. Com uma esponja seca é feito o acabamento final e a limpeza grossa. Para uma boa execução, alguns cuidados são necessários:
  • Colocar a quantidade de água indicada pelo fabricante;
  • Misturar bem o produto, garantindo sua homogeneização;
  • Verificar a necessidade de repouso após a mistura, geralmente de 10 a 15 minutos para que o polímero possa agir;
  • Usar a argamassa após, no máximo, cerca de duas horas da mistura com a água, caso contrário iniciará a pega do cimento (este tempo depende também do clima);
  • Atenção para a ferramenta de aplicação não arranhar as placas cerâmicas.
As juntas de movimentação, frequentemente chamadas de junta de dilatação, não são preenchidas com argamassa de rejuntamento e sim com selantes, geralmente de poliuretano. “O dimensionamento da junta de movimentação envolve determinar o seu posicionamento (local mais adequado), largura, profundidade e o seu material de preenchimento. A largura e quantidade (espaçamento) dessas juntas dependem das condições de exposição dos revestimentos cerâmicos na fachada, da movimentação da estrutura (base do revestimento) e vários outros aspectos”, diz a engenheira.

MANUTENÇÃO

A manutenção básica é a limpeza das placas cerâmicas e do rejunte. Para tanto, deve-se utilizar produtos neutros e ferramentas não abrasivas. Alguns procedimentos inadequados de limpeza podem comprometer a vida útil do revestimento. “Um erro comum é a utilização de elementos ácidos que podem atacar o cimento, dissolvendo-o”, explica.
Caso exista uma sujeira de difícil remoção e seja inevitável o uso de componentes ácidos, devem-se ter alguns cuidados especiais:
  • Fazer um teste em uma pequena região para verificar se a limpeza não comprometerá a integridade das placas cerâmicas e nem do rejunte;
  • Saturar com água limpa toda a região que será tratada com produto ácido, isto evita que o composto penetre dentro das juntas e ataque a argamassa e o efeito do ácido será apenas superficial;
  • Aplicar o produto na diluição indicada pelo fabricante, nunca concentrado; e após a limpeza com esfregação, retirar totalmente o material de limpeza, novamente com água limpa.
Helena indica também que é preciso fazer a revisão dos rejuntes periodicamente quanto a frestas, vazios e fissuras. “Nestes casos, a água pode entrar pelo rejunte e, além de produzir infiltrações, pode provocar o descolamento das placas cerâmicas. Portanto, é preciso preencher os vazios com uma nova argamassa de rejuntamento, garantindo a estanqueidade do revestimento”, afirma. Para manter sua cor, as argamassas coloridas dependem da qualidade do material de rejunte, da natureza (orgânica ou inorgânica), da quantidade e da cor do pigmento empregado na sua constituição, além das condições de exposição das juntas. Sob ação dos raios solares, alguns pigmentos são afetados, principalmente os orgânicos que podem ser destruídos pelos raios UV. Por exemplo, os rejuntes que sofrem despigmentação mais facilmente são os azuis, verdes e pretos.

É bom saber Dentre as diferentes argamassas à base de cimento existe no mercado a solução denominada flexível, que não faz parte da categoria normalizada e fica a cargo dos fabricantes indicarem suas características. “Estes produtos são classificados como tipo II da ABNT NBR 14992. Assim, toda argamassa de rejuntamento flexível é classificada como AR II, mas nem toda AR II é considerada flexível, pois depende da quantidade de polímeros. Essas argamassas, por terem mais polímeros, são flexíveis e muito interessantes para uso em fachadas de edifícios onde os revestimentos são submetidos a altas tensões devido às movimentações das placas cerâmicas”, comenta a professora.
Alguns tipos de placas cerâmicas pedem rejuntes especiais, como os porcelanatos devido às suas características de baixa absorção de água. “Para estes materiais são encontrados no mercado rejuntes próprios. Como as pastilhas, em que podem ser empregadas as argamassas de assentamento e rejuntamento simultâneos, mas isto não é obrigatório. Já para pedras e várias placas cerâmicas existem argamassas mais específicas para o assentamento (colante), mas não para o rejuntamento. Algumas pedras naturais, por exemplo, exigem cuidados especiais não com o tipo de rejunte e sim com sua aplicação, como passar uma fita-crepe nas beiradas das peças para protegê-las antes da colocação do rejunte. Outro cuidado é a escolha da argamassa adequada para juntas com larguras diferentes”, finaliza Helena.

COLABOROU PARA ESTA MATÉRIA

Helena Carasek – Engenheira civil pela Unisinos, Mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutora pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Cursou Pós-doutorado no INSA-Toulouse, França. Ocupa o cargo de professora na Escola de Engenharia Civil e no Programa de Pós-Graduação em Geotecnia, Construção Civil e Estruturas da Universidade Federal de Goiás. Também é coordenadora do NUTEA - Núcleo de Tecnologia das Argamassas e Revestimentos - da Universidade Federal de Goiás (UFG) e coordenadora do GT-Argamassas da ANTAC – Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído. Tem mais de 200 artigos publicados em periódicos e anais de congressos, além de mais de 30 trabalhos orientados e defendidos de mestrado e doutorado. É autora de cinco capítulos publicados em diferentes livros e também escreveu um livro sobre argamassas. Participou de várias comissões de estudo de normalização da ABNT. É organizadora do I Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas, em 1995, em Goiânia, e em 2006, recebeu a mais alta condecoração do Estado de Goiás, a ‘Comenda da Ordem do Mérito Anhanguera’, por seu destaque em ensino e pesquisa.

Fonte:
http://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/uso-de-argamassa-para-rejunte-exige-conhecimento_8180_0_1

Remoção de Rejunte

1. Remover rejunte velho com lamina de tungstênio desgastando o material até chegar o fundo da junta. Nunca usar lâmina circular.

2. Retire o excesso de pó com uma brocha molhada em água limpa
3. Passe um pano para retirar o excesso de umidade da superfície
4. Preparar argamassa de rejunte.
5. Aplicar massa com desempenadeira de alumínio a 45º pressionando-a para dentro das juntas algumas vezes.
6. Espere ela secar por 2:30h ou conforme fabricande e retire o excesso de argamassa com pano limpo.
7. Passar esponja com água limpa evitando acabamento rugoso que acumula mais sujeira. Dar acabamento com movimentos suaves.
8. Se der algum problema de retirada de rejunte, complementar.
9. Depois de 72h de secagem limpar parede esbrenquiçada com pano úmido

Fonte: